terça-feira, julho 31, 2007

I Guerra Mundial

Sou um "aficionado" pela I Guerra Mundial. Por ter sido o primeiro conflito a nível mundial, por ter sido o primeiro conflito dito "moderno". Mas também por ter sido um conflito resultante de um emaranhado de alianças e de uma paz podre. Costuma dizer-se que enquanto na II Guerra Mundial o Mal lutava contra o Bem (i.e., as forças do Eixo contra os Aliados), na I Guerra Mundial ninguém representava o Bem.

Mas passemos à frente mais de quatro anos de guerra de trincheiras, guerra química, tuberculose, piolhos, mortes, o primeiro horror global.

Acabei de ver um documentário sobre uns dias em que a insignificância da vida atingiu o seu pico. Falo dos últimos dias da Grande Guerra (assim era chamada nos livros de História do meu avô, antes ainda de Hitler decidir invadir a Polónia em 1939), em que o final da guerra era óbvio. O Regime do Kaiser estrebuchava, e as negociações da rendição alemã estavam presas por horas. A partir de dia 8 de Novembro de 1918, tal era um facto praticamente consumado.

Porém, os combates continuaram. Às 5 da manhã de 11/11/1918, é finalmente atingido um acordo. O cessar-fogo final deveria entrar em vigor às 11 horas. Os estafetas percorrem grandes distâncias até à linha da frente. Tendo chegado antes da hora de cessar fogo, os oficiais superiores americanos poderiam ter feito o que um ser humano faria, ou seja, organizar as tropas de modo a que se evitassem mais mortes de um lado e de outro. Porém, a falta de ordens directas até às 11 horas fizeram com que se entrasse num frenesim: a artilharia disparava à sorte, como querendo esgotar as munições antes do final da guerra.

Companhias foram mandadas para a frente de batalha como se mais um dia se tratasse.
O General Pershing, o comandante do Corpo Expedicionário Norte-Americano e o único cidadão norte-americano a ter o título de General of the Armies em vida (o outro cidadão foi George Washington), pelos vistos, tinha em vista a glória como objectivo único, assim como a manada de oficiais superiores que comandavam massas de homens como se de mercadorias fossem.

Enquanto nas ruas dos Estados Unidos se celebrava o Armistício, milhares dos seus soldados morriam em ataques, para espanto do Exército derrotado, que se defendeu como pôde.

Como curiosidade, fica o registo do último soldado americano a morrer na Grande Guerra: Henry Gunther, morto às 10:59, correu de baioneta na mão para o fogo das metralhadoras alemãs, que pelos vistos tentaram evitar a sua morte, acabando por abatê-lo (ver linque aqui). Curiosamente, Henry tinha sido despromovido a soldado por ter escrito uma carta onde expunha a crueza da guerra e fazia propaganda contra esta.

Gostaria de incluir uma citação de um oficial de artilharia do Corpo Expedicionário norte-americano nos últimos dias da Guerra:

"[...]Tenho pena de não entrarmos na Alemanha para podermos arrancar as mãos a umas crianças e o escalpes a uns velhos[...]".

Estas foram as palavras de Harry S. Truman, membro do Exército Norte-Americano.
Se não sabem quem foi este ser, podem consultar aqui. Entre os seus maiores feitos encontra-se a autorização de lançamento das bombas atómicas de Hiroshima e Nagasaki.

Segundo vi num documentário, mais de 3000 soldados norte-americanos foram enviados para a morte por motivos fúteis como a glória pessoal ou porque simplesmente havia chuveiros numa aldeia ocupada pelo inimigo.

As consequências desta atitude dos oficiais de alta patente dos EUA foram prontamente abafadas pelos políticos, para quem não se poderia colocar em causa o patriotismo dos generais americanos. Foi esta a resposta do Governo dos EUA a milhares de cartas de familiares de soldados mortos nestes últimos dias, que perguntavam "Porque é que o meu filho morreu? Morreu em nome do uma guerra que já não existia?".

As consequências da Grande Guerra prolongam-se com a assinatura do Tratado de Versalhes. Alguns alemães, veteranos desta Guerra, não suportam o peso de um tratado escrito em termos de humilhação. O resto chama-se III Reich, II Guerra Mundial, e já sabemos o resto... até porque os vencedores é que fazem a história.

Para terminar, fica uma frase de uma das milhares de cartas recebidas pelo governo dos EUA.

"Para o mundo ele era um soldado. Para mim ele era o mundo."

segunda-feira, julho 09, 2007

Publicidade de Antanho I

Para fazer concorrência com um certo bloguista que marginaliza.... :-)

.... será que toda a gente conhece os famosos gelados Gelvi?

Bienvenido a España

Tendo ido para os lados da fronteira com Espanha (neste caso, a fronteira continental mais a Sul), decidi, como qualquer bom português que se preze, ir a Espanha abastecer o meu veículo.


Enfim, os preços normais para um país pobre e sem o poder de compra de Portugal. Coitados, com salários mínimos próximos dos €1000, também não dá para ir a lado nenhum...

Pobrezinhos dos espanhóis... pode ser que um dia nos apanhem...

Já agora, já souberam dos lucros bilionários da GALP?

E já souberam que Portugal foi dos países cuja queda do preço do barril de combustível menos se reflectiu no preço final?

Enfim, cá vamos cantando e rindo!

quinta-feira, junho 14, 2007

Cultura em Serralves

Serralves foi há umas semanas palco de uma iniciativa que só merece louvores: durante 40 horas seguidas, a casa de Serralves albergou variadas iniciativas culturais, desde pintura, dança, música, etc.

Chegámos às 21:30, em dia de jogo (Bélgica - Portugal), o que significou não encontrar o caos no trânsito (entretanto Hélder Postiga mandava uma bomba para dentro da baliza belga!).

Entre uma curta permanência num concerto e uma visualização ao longe de um espectáculo de dança (com flores dançantes?!?!), destaco sem dúvida a exposição de pintura, que tive a felicidade de visualizar e tentar compreender com a ajuda de um guia que nos explicando a intenção do autor da obra, a sua tendência, etc (para uma pessoa insensível e bruta como eu, o guia é como um Redentor que nos leva para o fabuloso mundo da Arte!). Eis umas fotos que testemunham o momento (agradecimento especial a A.M. pelas ditas).




Infelizmente, e por outros compromissos, vimo-nos obrigados a sair prematuramente.
Um espectáculo quase tão bom como os que assistimos foi ver a Avenida da Boavista com uma fila de quilómetros, quilómetros de carros, centenas de pessoas sedentas de cultura (mas também de futebol! Tivessem feito como nós, e sacrificado "a bola"!)!


Por mim, soube-me muito bem, mas soube-me a pouco! Para o ano há mais, espero!

domingo, junho 10, 2007

After all there was another

Enquanto escrevo esta posta, vejo na RTP1 a versão em inglês da conhecida música de Mónica Sintra "Afinal Havia Outra". Fica aqui a primeira versão, mostrada há uns meses atrás:



...e não é que a música até nem parece muito má? E não é que a letra (para quem se deu ao trabalho de tentar traduzir a letra!) até parece muito melhor que grande parte das músicas pop que por aí andam?
Se assim é, por que raio dizemos por vezes tão mal da nossa música?

Ah, já sei, é porque não está em inglês! Porque em inglês podemos dizer tudo!
Isto faz-me lembrar as pessoas que so dizem palavrões em inglês... vejam lá que na língua de Shakespare até as "carvalhadas" ficam bonitas!

Enfim.... quando muito boa gente começar a perceber que anda a ouvir música pimba em inglês e com "batida"....

sexta-feira, junho 08, 2007

Já tinha saudades....

De um bom prato de caracoletas assadas... um luxo! Nada como sair do trabalho e poder ir petiscar qualquer coisa com os colegas!

terça-feira, maio 29, 2007

Feira do Livro 2007

Nunca me considerei uma pessoa consumista, e considero-me até bastante moderado quando em comparação com outros colegas meus, mas a Feira do Livro desgraça-me, faz vir ao de cima o meu lado mais consumista. Nem em gadgets tenho coragem para gastar tanto como em livros.
Desta vez, e por imperativos de tempo (a vitória do meu Sporting na Taça de Portugal a obligé), decidi visitar as duas alas da Feira em 2 alturas diferente. Aquando da primeira visita, consegui ainda ser controlado, e acabei por comprar 3 items apenas num só stand, todos relacionados com uma das minhas bandas preferidas, os Mão Morta. Ei-los:

O meu destaque vai com distinção para o CD "Estilhaços", curiosamente o item sobre o qual mais dúvidas tive... comprar ou não comprar? A minha cedência ao consumismo mostrou ser correcta, e pude deliciar-me com 30 minutos de "Spoken Word" que só pecam por escassos. Só me ocorre este pensamento:

Quero mais, é o rodopio
A lascívia sem fim deste carrossel atroz

...E assim foi, e lá voltei de novo ontem (terça-feira).
Desta vez, fui com dois objecivos específicos: o primeiro era sem dúvida comprar e autografar o último de Lídia Jorge, a quem me ligam ainda laços familiares. Foi de facto agradável ter finalmente conhecido em carne e osso a minha prima escritora. E o segundo era percorrer a segunda ala da Feira. Acabei por ceder mais umas quantas vezes, como se pode ver:


As contas? Ainda não as fiz, mas até tenho medo... é o que dá deixarem-me sozinho na Feira do Livro... :-)

quinta-feira, maio 10, 2007

Memórias de uma viagem

Sempre concordei que a música, para além de sentimentos de momento, nos traz recordações... de cheiros, de pessoas, de lugares... (e pelos vistos não sou o único). Para mim ficam associados de uma forma indelével a alguma recordação.

A música que apresento em seguida é a minha última recordação indelével: 1400 km feitos ao som do álbum onde foi retirada esta música. Uma companhia perfeita. Cenários, pessoas, descobertas...músicas...

...Arriving Somewhere... But Not Here



sexta-feira, maio 04, 2007

Desculpem, estou a incomodar?

Ao chegar ontem do almoço, deparo-me com o portão fechado, a barrar-me a entrada. Como de costumo, aceno ao segurança para mo abrir. Noto porém que os dois seguranças dormem dentro do seu posto de controlo. Após alguns acenos em vão, acabo por bater com o guarda chuva na rede, o que os acorda.

Entro, dirijo-me ao meu local de trabalho. Uma das portas estava fechada, o que me obriga a percorrer um caminho mais longo. A porta dita alternativa está sempre encravada, o que me obriga a abri-la com um grande estrondo, acordando uma funcionária do cliente que dormia, numa mesa a um canto, debruçada sobre uma mesa.

Pedi desculpa, envergonhado por ter interrompido tal momento de descanso, enquanto a dita funcionária se levantava, estremunhada, e saia porta fora.

Pronto, pronto, peço desculpa por ter incomodado às 3 da tarde! Não volta a acontecer.... (porque nunca mais vos espero ver, MUHAHAHAHA!)

5 semanas de solidão

5 semanas...

...e é precisamente no último dia que Fernando Alves me lança aos ouvidos na edição de Sinais de 06 de Março do presente ano uma recordação muito grata.

Estava sentado na geladaria a gozar a minha última guloseima de Singapura quando escuto isto. Apenas isto, sem porquês, sem efemérides. Porque é que me soube bem ouvir? Porque sim.

Escutem... e se vos arrepiar e vos acordar de um torpor qualquer, tanto melhor. Se não vos disser nada, então leiam-no... e compreenderão!




[UPDATE: Só agora dei conta que este foi a posta número 100. Parabéns, sempre À Volta do Mundo!]

quarta-feira, abril 25, 2007

De volta ao normal

Desde que voltei a Singapura que me sentia... estranho... uma sensação de desconforto, como se algo não estivesse normal com a minha vida... algo inexplicável...

...isto até sexta-feira passada.... ia eu almoçar quando me deparo com... isto!

Ah! Assim sim! Já estava sem ver um há quase três semanas!

É bom estar de volta ao normal...

Note-se que o anormal pode ser também chamado ver um grupo de 5 iguais a estes junto à minha residência temporária.... como vi no mês passado.

terça-feira, abril 17, 2007

The Heart Asks Pleasure First



Sem comentários. Apenas ouçam. Pena que a imagem possa distrair....

Mortes em sonho e na vida real...

Sou uma pessoa que tem tendência a recordar-se dos sonhos que tem; quando era mais novo, lembrava-me ainda com mais frequência, o que me levou várias vezes a escrever tais sonhos assim que acordava (nem sei onde andarão esses documentos).

Porém, raramente tenho pesadelos; são quase sempre aventuras, mais ou menos complicadas, mas sem grande consequência. Porém, ontem à noite aconteceu-me algo inédito: sonhar com a minha própria morte. Sonhei que estava a trabalhar com um colega no Afeganistão (!!!), quando chega um camião cheio de homens encapuçados (uns 20, com farda azul - agora que relembro, mais pareciam GOEs), fazem um círculo no pátio da casa e ordenam a todos os que estivessem dentro de casa para sair.

E eu só pensava: "Mas o que raio estou eu aqui a fazer sem protecção, como é que vim aqui parar sem escolta, guarda-costas, etc?".

Felizmente, acordei pouco depois.... e dou com o pior tiroteio num liceu americano: 33 mortos, simplesmente porque alguém decidiu divertir-se, ou exercer a sua vingança em pessoas que nada tinham a ver com o mal que o atirador padecia. Este mesmo cometeu suicídio, disparando sobre a própria cara. Seja como for, seguiu a máxima de Charlton Heston, membro da National Rifle Association, ou seja, a arma foi-lhe tirada "from his cold dead hands".

No estado da Virginia, consegue comprar-se uma arma semi-automática indo a um armeiro e dizendo:

"- Boa tarde, queria comprar uma arma semi-automática"
[...]

Não há verificação de cadastro, nem de licença, nem sequer o nome do comprador fica assentado. Posso ser um criminoso, sofrer de perturbações mentais, etc. Que maravilha!
E é assim nos EUA (ou pelo menos em alguns estados)... viva a liberdade???

Estou de volta à realidade de um duro dia de trabalho, esperemos que menos polvilhado por más notícias...

sexta-feira, abril 13, 2007

Protesto on-line

"À Volta do Mundo" junta-se ao protesto iniciado pelos Devaneios Desintéricos para que a proposta de lei que discrimina homossexuais em diversos empregos não seja aprovada.

Assim sendo, a minha mensagem de email para a embaixada da Polónia já foi enviada.

Fica aqui o conteúdo. Exorto todos os leitores deste blogue a fazerem o mesmo!

"Exmo. Sr Embaixador da Polónia,

Ciente do árduo percurso do Povo do seu país rumo a uma Democracia expurgada de totalitarismos como os que historicamente se abateram sobre a Polónia, é com genuína inquietação que assisto à implementação de medidas governativas tendentes a instaurar um clima de desrespeito pelos mais basilares Direitos Humanos. As soluções propugnadas pelo executivo de Varsóvia, ao terem como consequência o desrespeito pela liberdade de não prossecução de um dado credo, a perseguição de minorias sexuais e modelos familiares atípicos, assim como as sugestões vindas a público de uma proibição total do aborto ou, por outro lado, a apologia da pena de morte feita por alguns membros do Executivo que representa, traduzem uma divergência inaceitável com os valores que assumimos comuns nesta União Europeia.

Ciente que o Povo polaco, como outrora, saberá levantar-se contra a instauração da intolerância e do desrespeito pela dignidade humana, junto de vós lavro o presente protesto."

terça-feira, abril 10, 2007

Viagem de táxi

A maior parte de nós tem ideias pré-concebidas(*) acerca dos taxistas: pessoas com pouca cultura, conversas sempre iguais, ocasionalmente encontramos um que faz uso do vernáculo de uma forma soberba (estamos sempre a aprender!). Mas o que é certo é que essas ideias pré-concebidas tendem a confirmar-se, assim como as excepções que confirmam a regra também.

Em Singapura, a conversa típica com um taxista segue este rumo:

"So, where are you from?"
"Portugal."

"Aaaaah! Figo, Cristiano Ronaldo!"
"Yes, that's right!"

[...]

Mas e se de repente a conversa fosse a seguinte:

"So, where are you from?"
"Portugal"

"Ah! Portugal! I was in Lisbon in 1961!"
....

A partir daqui a conversa continua, desde o Cristo Rei, até uma impressionante demonstração de História:
  • A morte de Fernão de Magalhães nas Filipinas
  • O porquê de um dos nomes alternativos de Taiwan ser "Formosa"
  • As circunstâncias da fundação de Macau
E se esta conversa tivesse acontecido mesmo? Impossível? Não, improvável!
E o improvável também acontece! Dei comigo numa interessante troca de ideias num táxi, com um taxista que já foi membro da marinha mercante de Singapura!

O que dizer de um habitante desta ilha que ensinaria episódios da História de Portugal a 85% da nossa população?

Não tenho palavras!

No meio de tanta excitação, a viagem ia ficando cara! Saio sem pedir o recibo dos S$18 da viagem, mas consigo ainda voltar para trás a tempo! Se bem que por S$18 há conversas e surpresas que valem a pena!

Jantei com um pensamento na cabeça: o que fazia uma pessoa daquelas, com 68 anos de vida e uma experiência acumulada de fazer inveja a muitos (ou a praticamente todos) atrás do volante de um táxi...(*)

sábado, abril 07, 2007

O choro da humanidade

Cascais, 10 de Novembro de 1995.

O agora destruído pavilhão do Dramático de Cascais acolheu nesse dia os grandes Iron Maiden, e ia ser a primeira vez que eu ia presencear(*) uma actuação ao vivo da minha banda de sempre.
A primeira parte ia ser da responsabilidade de uns desconhecidos My Dying Bride, também britânicos. O facto de eu não os conhecer não significava porém que uma parte considerável do público não estivesse ali com o objectivo específico de os ver: o negro das saias, a maquilhagem abundante, e todos os traços góticos assim o indicavam.

Confesso que, ao contrário do meu comparsa de concerto, a banda não me disse nada, e nem me recordo se a actuação foi assim tão boa.

Acabei por decidir dar uma nova chance à banda passado cerca de um ano, quando me emprestaram o CD. Novos horizontes tinham-se aberto na minha paisagem musical (a entrada para a Universidade faz maravilhas, e em 1995 nem 3 meses de U.M. tinha), e a reacção foi outra.

"The Angel and the Dark River" é dos albuns que mais me marcou. O primeiro álbum de Doom Metal, gótico, bleak, hopeless. A primeira faixa, então, "The Cry of Mankind", com a sua guitarra hipnótica e os seus 12 minutos e 14 segundos arrastados, moribundos, são para mim a sublimação de tal estado. Infelizmente o clip que apresento em seguida refere-se apenas a versão curta da música, o que exclui cerca de 6 minutos de um final onírico, apenas com sintetizadores e um coro em fundo, assim como uma introdução mais trabalhada.

You can't expect to see him and survive...

Para ouvir num quarto escuro, sozinho e compenetrado.

Enjoy it!

sexta-feira, abril 06, 2007

...Ainda do Pior Português...

... Segundo uma contribuição, o Pior Português é o escrito pelos alunos das nossas universidades....

Calinadas, continuarás em grandes por muitos anos! Não te preocupes, que menos analfabetos neste país apenas significa há mais pessoas que escrevem mal!