domingo, dezembro 18, 2011
Publicidade de Antanho XIV
Ainda em Alvalade, Lisboa.... só o termo "Mercearias Finas" está a transformar-se em termo de antanho também!
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antanho
terça-feira, setembro 20, 2011
Publicidade de Antanho XII
O "meu" primeiro Mundial! Só me lembro de ver no verão, no Algarve, e do "Naranjito
Descoberto na Vidigueira!
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antanho
segunda-feira, maio 09, 2011
Polónia, um país evoluído
Nos idos tempos de 2008 tive a oportunidade de me deslocar até terras polacas, mais concretamente até Wrocław (leia-se [ˈvrɔtswaf], ou algo parecido com vrostwaf). É uma cidade pacata, não muito grande e sem o brilho de outras cidades maiores. Tem no entanto, como tantas outra cidades do centro da Europa, uma praça muito bonita, de onde toda a sua dinâmica emana.
Estando em formação, não houve propriamente grande oportunidade de conhecer os usos e costumes desta cidade: os factos mais marcantes foram de facto a péssima comida: fritos com fritos e mais fritos (argh!), e outros detalhes curiosos, também passados na cantina, e que tive oportunidade de documentar, como se pode ver:
Estando em formação, não houve propriamente grande oportunidade de conhecer os usos e costumes desta cidade: os factos mais marcantes foram de facto a péssima comida: fritos com fritos e mais fritos (argh!), e outros detalhes curiosos, também passados na cantina, e que tive oportunidade de documentar, como se pode ver:


...nada como um pouco de cultura enquanto se espera por mais uns fritos! Ao menos sempre serve para aliviar a dor! Os polacos é que a sabem toda!
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viagens
domingo, maio 08, 2011
(Más) memórias do Reino Unido
Toda a gente sabe que o Reino Unido não é conhecido pela sua qualidade gastronómica. Há claras excepções como por exemplo a delícia que é curd ou uma cavala fumada que era uma autêntica delícia.
Há porém aquelas más memórias culinárias. Aquelas que parecem exceder o nosso gosto e que nos fazem pensar "como é que alguém consegue ingerir uma mixórdia destas?".
Meus caros, minhas caras, apresento-vos:
Há porém aquelas más memórias culinárias. Aquelas que parecem exceder o nosso gosto e que nos fazem pensar "como é que alguém consegue ingerir uma mixórdia destas?".
Meus caros, minhas caras, apresento-vos:
Para quem não conhece, vou citar a Wikipédia na sua página sobre o produto:"Marmite é um dos produtos alimentares ingleses mais populares. Está na categoria dos alimentos intensificadores de sabor, e é muito empregado como pasta para untar as tostas. É elaborado exclusivamente com extracto de levedura obtida como subproduto do processo de fabrico de cerveja.
O seu aspecto é pegajoso, castanho escuro, com um odor potente e sabor característico [...]"
A minha memória relativa a esta substância é exactamente a de ver os meus colega de casa ingleses a barrar torradas com Marmite. Uma experiência próxima do asqueroso...
Toda esta experiência não passava de uma memória longínqua, até que há uns meses atrás, em pleno Jumbo de Alfragide, dou com estes frascos que vêm na foto na prateleira.
É mau. É muito mau. A minha esperança é que sejam stocks muito limitados para servir a comunidade britânica.
Por isso, se virem este frasco à venda, já sabem. Eu avisei.
Toda esta experiência não passava de uma memória longínqua, até que há uns meses atrás, em pleno Jumbo de Alfragide, dou com estes frascos que vêm na foto na prateleira.
É mau. É muito mau. A minha esperança é que sejam stocks muito limitados para servir a comunidade britânica.
Por isso, se virem este frasco à venda, já sabem. Eu avisei.
segunda-feira, março 14, 2011
segunda-feira, setembro 13, 2010
segunda-feira, agosto 16, 2010
"The Final Frontier". Eles voltaram!
O "adormecer" deste blogue só poderia ser acordado por um acontecimento de facto relevante. Relevante, importante, marcante... e delicioso, neste caso para os ouvidos.

Foi lançado hoje o novo álbum de originais dos Maiden desde 2006. É o 15º de uma lista que espero que que não fique por aqui, e o mais longo até à data. Mais do que não desapontar, o álbum foi uma agradável surpresa no par de vezes que ouvi, tendo ficado com a impressão que a experiência melhora significativamente com mais audições.
Não posso dizer que tenha ficado particularmente satisfeito com a capa (aquele mix de Eddie com um alien não me agradou muito), mas no que verdadeiramente interessa está ao nível daquilo que estes senhores ingleses nos habituaram: muita garra misturada um heavy metal melodioso q.b.
Fiquem com o único vídeo lançado até agora. Pode não ser a minha música preferida (esse título vai neste momento indiscutivelmente para o sensacional Mother of Mercy), mas já dá uma pequena ideia do que esperar do álbum.
Enjoy it!

Foi lançado hoje o novo álbum de originais dos Maiden desde 2006. É o 15º de uma lista que espero que que não fique por aqui, e o mais longo até à data. Mais do que não desapontar, o álbum foi uma agradável surpresa no par de vezes que ouvi, tendo ficado com a impressão que a experiência melhora significativamente com mais audições.
Não posso dizer que tenha ficado particularmente satisfeito com a capa (aquele mix de Eddie com um alien não me agradou muito), mas no que verdadeiramente interessa está ao nível daquilo que estes senhores ingleses nos habituaram: muita garra misturada um heavy metal melodioso q.b.
Fiquem com o único vídeo lançado até agora. Pode não ser a minha música preferida (esse título vai neste momento indiscutivelmente para o sensacional Mother of Mercy), mas já dá uma pequena ideia do que esperar do álbum.
Enjoy it!
sábado, junho 05, 2010
Churrascada
domingo, abril 18, 2010
Telemóvel Novo
409 dias depois de ter sido presenteado com um magnífico Nokia 3120 (a palavra "magnífico" deveria estar rodeada de aproximadamente 5874389573496756543 aspas), "alguém que manda mais que eu" decidiu que era altura de mudar de aparelhómetro de fazer chamadas e afins; sou um portador de um belo Nokia E52, o que de facto muito me apraz. Porém, e questões técnicas à parte, estava eu a preparar para entregar o velho "celulá" ao criador (aka TMN), quando dei de caras com as estatísticas de utilização, que aqui partilho.
Assim sendo, durante esses 409 dias:
Assim sendo, durante esses 409 dias:
- Enviei 616 SMS
- Enviei 35 MMS
- Recebi 2183 SMS (*)
- Recebi 10 MMS
- Recebi 78h58m40s em chamadas
- Efectuei 133h49m17s em chamadas
- Enviei 9.902.727 bytes em dados
- Recebi 43.426.485 bytes em dados
Concluo que sou um utilizador fraquinho... :-)
(*) quem me dera não receber mais de 5 SMS por dia, em que 4 são alarmes de erros de plataforma que gostam de aparecer às 4 da manhã... porém, já comecei a aperfeiçoar o perfil do novo telemóvel para que durante a noite emita um minimal "pi", em vez do típico estardalhaço de "PI PI, PI PI" do costume.
E agora desculpem, mas tenho um telemóvel para finar!
(*) quem me dera não receber mais de 5 SMS por dia, em que 4 são alarmes de erros de plataforma que gostam de aparecer às 4 da manhã... porém, já comecei a aperfeiçoar o perfil do novo telemóvel para que durante a noite emita um minimal "pi", em vez do típico estardalhaço de "PI PI, PI PI" do costume.
E agora desculpem, mas tenho um telemóvel para finar!
sábado, fevereiro 27, 2010
Surreal
Neste caso, acho que nem as imagens servem para se entender a extensão da catástrofe e a força da Natureza... Fica aqui uma tentativa no entanto. O que eu fiquei sem saber foi se a tempestade apanhou a ilha de surpresa ou havia de facto um alerta vermelho há algum tempo ...
Quando se vê casas cobertas com entulho e pedras ao nível do primeiro piso, assim como carros que parecem brinquedos numa banheira de qualquer criança... está tudo dito.
Claro que depois há as incidências do costume, e os int€r€ss€s que se sobrepõem a pequenos detalhes como a contagem das vítimas mortais, ou a definição de estado de calamidade. Aparentemente neste caso temos a velha frase de "Tudo pela Nação, Nada Contra a Nação". É assim mesmo, ou não estivessemos a falar da Madeira.
Quando se vê casas cobertas com entulho e pedras ao nível do primeiro piso, assim como carros que parecem brinquedos numa banheira de qualquer criança... está tudo dito.
Claro que depois há as incidências do costume, e os int€r€ss€s que se sobrepõem a pequenos detalhes como a contagem das vítimas mortais, ou a definição de estado de calamidade. Aparentemente neste caso temos a velha frase de "Tudo pela Nação, Nada Contra a Nação". É assim mesmo, ou não estivessemos a falar da Madeira.
sábado, janeiro 09, 2010
Publicidade de Antanho VI
Não sabia que isto ainda se fumava... Os famosos Mata-Ratos!
Encontrado em Arruda dos Vinhos.
(Nota: a embalagem não é de antanho, mas a marca sim!)
Encontrado em Arruda dos Vinhos.
(Nota: a embalagem não é de antanho, mas a marca sim!)
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antanho
Publicidade de Antanho V
Depois de muito tempo sem qualquer imagem de antanho, volto à carga com algo que mais poderia qualificada como "Propaganda Política de Antanho".
Tirada nos arredores de Lisboa... ai estes suburbanos...
Tirada nos arredores de Lisboa... ai estes suburbanos...

Gosto muito do tom quase arqueológico da foto :-)
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sábado, dezembro 12, 2009
Tirando o pó às cassetes
Hoje decidi abrir uma gaveta em casa dos meus pais há muito fechada; dentro dela encontrei, por debaixo de uns quantos papéis sem interesse aparente, um espólio que conservo por nada mais que puro sentimentalismo: as minhas cassetes de áudio. "Naquele tempo", as cassetes chegavam e sobravam, e os CD eram muito caros. De entre todas, seleccionei uma das minhas preferidas, uma BASF Super Chrome II de 90 minutos; num dos lados, está gravado isto, uma das minhas canções daquela que para mim é a banda emblemática dos anos 90. Pode não ser a minha favorita, mas álbuns como "Automatic For the People" ou "Monster" são do melhor que se fez naquele tempo. E de todas as faixas dessa banda, esta é para mim a melhor; tão simples musicalmente, e tão poderosa ao mesmo tempo.
R.E.M., "Drive".
Hey kids, rock and roll
Nobody tells you where to go, baby
Nobody tells you where to go, baby
"É por isto que os nossos meninos andam aí nas drogas"
Lisboa, Teatro Municipal de S. Luiz.
"O que se leva desta vida" é a peça que se encontra em exibição desde há algum tempo. À partida, não parece ser o estilo de teatro que mais me atraia: uma peça sobre cozinheiros...
Seja como for, várias circunstâncias levaram-me a ir ver esta obra, cujos principais protagonistas, Gonçalo Waddington e Tiago Rodrigues, representam o papel de dois reputados "chefs", enquanto um suposto repórter filma a acção dos dois mestres na cozinha e dos seus "ajudantes", que são na verdade quem efectua o trabalho.
A inovação da peça encontra-se no facto de durante a peça os pratos serem de facto cozinhados, o que não deixa de ser interessante (mas se calhar, e para ser objectivo, é mesmo o único ponto interessante desta peça).
Outro facto de salientar é o facto do extensivo uso do vernáculo durante a peça. E quando digo extensivo, digo que nunca ouvi tantos palavrões na minha vida em tão curto espaço de tempo. E é aqui que a porca torce o rabo....
Alguma alma inteligente teve a brilhante ideia de convidar para ver esta peça um grupo de idosos do Inatel. Sim, em vez de os mandarem para um "espectáculo bonito" como o do La Féria ou uma "Revista", não, arranjam-lhes bilhetes para uma obra destas. O resultado é simples: a peça interrompida a meio, os artistas vaiados, e um conjunto de opiniões que podemos ver em seguida.
"E é precisamente por isto que os nossos meninos, a nossa mocidade, os nossos meninos, andam aí nas drogas, precisamente porque aquilo que lhes ensinam é isto, em vez de lhes ensinarem o A e o B" ou "Isto está pior que no tempo do Salazar".
Eu fui ver a peça, assumo-o. Agora, ninguém precisa de saber que graças a esta peça fiz a minha iniciação às drogas duras nessa mesma noite. Claro.
Seja como for, várias circunstâncias levaram-me a ir ver esta obra, cujos principais protagonistas, Gonçalo Waddington e Tiago Rodrigues, representam o papel de dois reputados "chefs", enquanto um suposto repórter filma a acção dos dois mestres na cozinha e dos seus "ajudantes", que são na verdade quem efectua o trabalho.
A inovação da peça encontra-se no facto de durante a peça os pratos serem de facto cozinhados, o que não deixa de ser interessante (mas se calhar, e para ser objectivo, é mesmo o único ponto interessante desta peça).
Outro facto de salientar é o facto do extensivo uso do vernáculo durante a peça. E quando digo extensivo, digo que nunca ouvi tantos palavrões na minha vida em tão curto espaço de tempo. E é aqui que a porca torce o rabo....
Alguma alma inteligente teve a brilhante ideia de convidar para ver esta peça um grupo de idosos do Inatel. Sim, em vez de os mandarem para um "espectáculo bonito" como o do La Féria ou uma "Revista", não, arranjam-lhes bilhetes para uma obra destas. O resultado é simples: a peça interrompida a meio, os artistas vaiados, e um conjunto de opiniões que podemos ver em seguida.
"E é precisamente por isto que os nossos meninos, a nossa mocidade, os nossos meninos, andam aí nas drogas, precisamente porque aquilo que lhes ensinam é isto, em vez de lhes ensinarem o A e o B" ou "Isto está pior que no tempo do Salazar".
Eu fui ver a peça, assumo-o. Agora, ninguém precisa de saber que graças a esta peça fiz a minha iniciação às drogas duras nessa mesma noite. Claro.
domingo, novembro 15, 2009
As faces ocultas da Lei
Mais uma semana, mais uma polémica... é interessante como em cada semana a montanha acaba quase sempre por parir mais um rato. E utilizo esta expressão porque por normas todas as buscas, investigações, prisões preventivas e afins resultam em... nada. Se por ventura houver o atrevimento de um determinado processo passar da fase de instrução, o mais certo é acabar por se perder numa teia de recursos... prescrevendo por fim.
E desta vez, para não variar, o caso "Face Oculta" volta a mostrar de que é feita a lei portuguesa (não vou dizer de quê, mas não me parece que seja de material sólido e agradável). A crónica de Alberto Gonçalves no DN, "Estado de coma", salienta bem o que eu penso sobre o assunto, que se resume à seguinte parte, e cito o cronista:
«Por regra, cada "caso" murcha graças à soberana, assaz soberana, necessidade de se defender uma coisa chamada "Estado de direito", o qual, curiosamente, vai desaparecendo em proporção directa ao zelo com que é defendido. O "Estado de direito", conceito em teoria louvável, vem sendo adaptado na prática às conveniências dos que mandam nele, ou seja, na prática a impressão é a de que a manha e a trapaça se apossaram de tudo, ou de quase tudo, o que não é o mesmo mas, em matéria de falência do regime, é igual.»
Ficamos a aguardar mais detalhes. Porque das duas uma, ou a lei portuguesa é demasiado difícil de ser posta em prática, esbarrando sempre em pequenos detalhes, ou então os agentes da lei são demasiado incompetentes para a executarem. Seja lá o que for, está na altura de olhar para o problema em causa, e não para os diversos incidentes que resultam de toda a situação.
E desta vez, para não variar, o caso "Face Oculta" volta a mostrar de que é feita a lei portuguesa (não vou dizer de quê, mas não me parece que seja de material sólido e agradável). A crónica de Alberto Gonçalves no DN, "Estado de coma", salienta bem o que eu penso sobre o assunto, que se resume à seguinte parte, e cito o cronista:
«Por regra, cada "caso" murcha graças à soberana, assaz soberana, necessidade de se defender uma coisa chamada "Estado de direito", o qual, curiosamente, vai desaparecendo em proporção directa ao zelo com que é defendido. O "Estado de direito", conceito em teoria louvável, vem sendo adaptado na prática às conveniências dos que mandam nele, ou seja, na prática a impressão é a de que a manha e a trapaça se apossaram de tudo, ou de quase tudo, o que não é o mesmo mas, em matéria de falência do regime, é igual.»
Ficamos a aguardar mais detalhes. Porque das duas uma, ou a lei portuguesa é demasiado difícil de ser posta em prática, esbarrando sempre em pequenos detalhes, ou então os agentes da lei são demasiado incompetentes para a executarem. Seja lá o que for, está na altura de olhar para o problema em causa, e não para os diversos incidentes que resultam de toda a situação.
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